Visita guiada à Fundação Albuquerque

10-06-2026

● Responsável: Suzana Pires

Prestador/ Animador: Guia da Fundação Albuquerque

Local realização: Rua António dos Reis nº 189,  2710-302 Sintra

  • Comboio a partir de Lisboa e até à estação Portela de Sintra. Daí :
  • Autocarro: 1623 (Cascais – Terminal) ou 1629 (Estoril), ambos com paragem na rua da Fundação
  • Estacionamento: A fundação possui um estacionamento pago, com capacidade para 25 viaturas que se localiza em: Rua dos Ourives nº 30, 2710-144 Sintra
  • Autocarro de Cascais ou Estoril: 1623 (Cascais – Terminal) ou 1629 (Estoril), ambos com paragem na rua da Fundação.

Data realização: 27 de Junho de 2026

● Ponto de encontro: Entrada principal da Fundação, situada na Rua António dos Reis, 189 às 10:00 h

Coordenadas GPS: 38º76'55.439N 9º38'23.24W

Duração: cerca de 1 h a 1:15 h (início da visita às 10:15 h)

Preço por participante: Senior: 8,00€ a pagar por cada participante na recepção da Fundação, antes do início da visita

As visitas guiadas realizam-se com um número mínimo de 5 participantes e um número máximo de 20 participantes, por grupo.

A visita incluirá:

  • As exposições Connections | Obras da Coleção Albuquerque e Grada Kilomba | O Fundo do Mundo
  • Acesso ao jardim, biblioteca e loja, que apresenta peças de ceramistas portugueses contemporâneos, bem como uma livraria com curadoria.


Origem da Fundação e pequena descrição do Acervo

A Fundação Albuquerque é uma instituição cultural portuguesa sediada em Sintra, inaugurada a 22 de fevereiro de 2025. Está localizada na antiga Quinta de São João do Linhó, tendo sido sujeita a um projeto de requalificação arquitetónica da autoria do gabinete Bernardes Arquitetura - património reconhecido pela UNESCO.

Teve origem na coleção privada do engenheiro civil e empresário brasileiro Renato de Albuquerque, desenvolvida ao longo de mais de seis décadas e composta por mais de 2600 peças, abrangendo sobretudo porcelana chinesa produzida para exportação entre as dinastias Ming e Qing, mas contando também com porcelanas destinadas ao mercado imperial e doméstico chinês, bem como objetos provenientes da Índia, Sri Lanka, Japão e África.

A coleção é constituída por mais de 2600 peças de origens diversas e que abrangem um período cronológico superior a 1800 anos.

O núcleo principal da coleção é a porcelana chinesa, abrangendo peças de diferentes períodos históricos, desde vidrado cerâmico dos séculos III a V, cerâmica da dinastia Tang (618-907), potes da dinastia Liao (907-1125) e exemplares de celadão de vários períodos. No entanto, a parte mais substancial da coleção é o conjunto significativo de porcelana chinesa de exportação produzida entre as dinastias Ming (1368–1644) e Qing (1644–1911), associadas ao desenvolvimento das redes de comercio marítimo globais a partir do século XVI, destacando-se a porcelana produzida para o mercado português e espanhol.

Para além da porcelana chinesa, o acervo integra objetos provenientes de outros países como a Índia, Sri Lanka e Japão, incluindo peças em esmalte sobre cobre, grés, laca e marfim, bem como obras de escultura, mobiliário, têxteis e pintura.

Nota: Informação obtida através da Wikipedia

Share