5º Aniversário Transições
José Cunha

Falar da Transições é diferente de falar de toda e qualquer organização, porque é isenta de características comuns e vive da partilha exclusiva entre pessoas, sem qualquer tipo de interesse, a não ser poder dar, porque quanto mais damos, mais hipótese temos de receber!!!!
Foram cinco anos intensos e, por vezes, difíceis, mas conseguimos reunir um conjunto de pessoas, pela visão da Teresa Marques, que elevaram bem alto o nome da Transições, através da sua missão e dos seus princípios.
Naturalmente que, no meu caso, tive a oportunidade e privilégio de conhecer pessoas fantásticas. Tínhamos muito em comum, todos despidos de interesses e aliados à nobre causa da partilha.
Muitas são as pessoas que conheci, e que vou guardar para sempre no meu pensamento, e que me perdoem por não as enumerar, mas há uma pessoa muito especial, com ela partilhei muitas horas de trabalho na construção e manutenção da gestão das atividades, porque, inicialmente, não existia nada e praticamente muita coisa foi construída por nós. Conheci a Cristina Morgado no jardim da Gulbenkian, no meio da pandemia, para falarmos como nos iríamos organizar, estávamos ambos com máscara, não podíamos reunir em espaços fechados, daí a nossa reunião ter lugar num espaço aberto, naquele lindíssimo jardim.
Por último quero destacar todos aqueles que dão um contributo e um carinho para o bom funcionamento da nossa organização, eles que são a essência e o garante de levar a mensagem da Transições bem longe, ontem, hoje, amanhã e oxalá por mais tempo!
José Cunha
